
Achei que com uma caneta destas, podia retomar o hábito antigo de escrever cartinhas aos amigos, até porque embora o e-mail seja mais prático e barato, raramente fica guardado como recordação.
E vai daí fui aos correios comprar selos autocolantes (por que raio não inventam selos de lamber com sabores?) e papel de carta. Achava eu!!
Pergunta a funcionária dos correios, muito admirada: “papel de carta?!”
E eu: “sim...”
Ela: “Não, não temos cá nada disso!”
Sou eu que estou muito enganada, ou faria todo o sentido haver papel de carta à venda nos correios? Depois de procurar, sem sucesso, em mais duas papelarias e de ir à Amazon, já estava prestes a imprimir umas páginas A4 aqui do escritório com uns cliparts.
Mas lá fui dar com um conjunto de papel de carta com envelopes numa papelaria grande, escondido e com as respectivas teias de aranha (ok, não tinha teias de aranha, mas estava (des)arrumado lá para um canto.
Moral da história: retomei um hábito jurássico com materiais da Idade da Pedra!
Moral da história: retomei um hábito jurássico com materiais da Idade da Pedra!
1 comentário:
Olha que agora, fizeste-me lembrar de uns papelitos e envelopes que tenho guardados cá em casa.
Praticamente só no Natal, é que costumo escrever a alguém.
Mas acho que também vou retomar...
:)
Enviar um comentário